Natal será sede, nos dias 9, 10 e 11 de dezembro, da 11ª edição do Fórum Norte e Nordeste da Indústria da Construção (FNNIC), encontro que reúne representantes dos 16 estados das regiões Norte e Nordeste para discutir os principais desafios e oportunidades do setor da construção.
A realização do fórum na capital potiguar foi anunciada pelo presidente do FNNIC, Marcos Holanda, que esteve reunido na semana passada com o prefeito de Natal, Paulinho Freire, e também com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do RN (Sinduscon), Sérgio Azevedo.
O evento será realizado em parceria com o Sinduscon e deverá contar ainda com a participação de entidades como Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).
“Nosso compromisso é de fazer um evento de seis em seis meses. O próximo será sediado em Natal, porque a gente já fez em cinco estados do Norte e cinco estados do Nordeste”, afirmou Marcos Holanda.
A programação terá representantes do governo federal, incluindo o presidente da Caixa Econômica e o ministro das Cidades, além de outros ministros, do prefeito de Natal e do governador que será eleito nas eleições deste ano.
A proposta é colocar em discussão projetos e estratégias para o desenvolvimento da capital e do RN. Além da pauta institucional, o fórum terá painéis técnicos e uma agenda específica voltada aos prefeitos potiguares.
A intenção é aproximar os gestores municipais de representantes da Caixa e do Ministério das Cidades para facilitar o acesso a informações sobre programas, financiamentos e recursos disponíveis para investimentos nos municípios.
Uma das questões apontadas pelo presidente do fórum é a diferença entre os códigos de obras municipais, o que pode dificultar a implantação de projetos semelhantes em cidades diferentes.
A intenção, segundo ele, é discutir formas de harmonizar procedimentos e regulamentações, permitindo que projetos tenham maior velocidade de aprovação e execução.
“Essa unificação vai fazer com que esses empreendimentos avancem mais, criem musculatura, para que as obras possam ser executadas com mais velocidade e aí a sociedade possa ter, sem dúvida nenhuma, vantagens maiores nesses projetos”, disse.
Fonte: Tribuna do Norte
